Ilhéus tem uma bela história e os fatos pitorescos e curiosos da sua política, – antigamente -, rendiam-lhe situações maravilhosas e alegres. Ao contrário da atualidade, a política ilheense era realmente única e recheada de fatos mais que memoráveis. Firme exemplo dessa assertiva é o texto abaixo produzido pelo jornalista Sebastião Nery e publicado no seu site que sintetiza alguns fatos políticos ilheenses, que por certo são de conhecimentos de poucas pessoas da nossa região. Leia o texto e veja como era prazerosa e alegre a nossa política. Que pena! Hoje ela deixou de ser assim. É simplesmente triste e vergonhosa.
Na terra de Gabriela
Por Sebastião Nery. Visite o site.
ILHEUS (BA) – Em 1934, Juracy Magalhães, interventor, mandava e desmandava na Bahia. J.J.Seabra, Otávio Mangabeira e outros lançaram o “Movimento Autonomista” com o slogan: “A Bahia ainda é a Bahia”. João Mangabeira veio a Ilhéus fazer comício contra Juracy. Gileno Amado,primo de Jorge e irmão de Gilberto, Genolino, os irmãos Amado, preparou uma vaia para Mangabeira. Começou a falar, a vaia urrou. Mangabeira reagiu:
- Essa canalha assalariada de Juracy …
Virou tiroteio. Demóstenes Berbert de Castro, líder dos estudantes contra Juracy, tentou entrar embaixo de um carro, mas já encontrou lá, acoitado, Carlos Pereira Filho. O “coronel” Henrique Alves, chefe político, foi à casa de Gileno:
- O que acontecer ao Dr. João Mangabeira, acontece com você.
Mangabeira falou em paz. Leia o resto deste post »